O Fórum de Bolsa nos media

 

7 e 8 de Outubro de 2011. Palácio da Bolsa. Porto.

Os media também marcaram presença no primeiro Fórum, organizado pela bolsa portuguesa. Durante os dois dias do Fórum foi possível junto de um público bastante diferenciado falar abertamente sobre o mercado de capitais em geral e o português em particular. Foi possível desmistificar um pouco mais sobre o que é a bolsa, quais são as suas competências, quem são os intermediários financeiros, de que forma interagem com os investidores. Durante os mesmos dois dias, falou-se de acções, obrigações, futuros, opções, ‘warrants’, certificados, novas plataformas de negociação.

No Fórum estiveram presentes todos os meios de comunicação social relevantes, foram publicadas cerca de 100 notícias sobre o evento, os três canais de televisão portugueses e a Lusa TV (a televisão da agência portuguesa de noticias) aproveitaram o evento para divulgarem as notícias mais importantes. A rádio TSF, parceira do evento, falou aos seus ouvintes ao longo dos dois dias de Fórum, num total de cerca de 60 minutos de emissão. A parceria com o Diário Economico e a ETV permitiu que os mesmos realizassem entrevistas na zona dos expositores,  transmitissem o toque do sino em directo e  publicassem notícias após evento.

Com a presença alargada dos media foi possível transmitir para o público em geral várias mensagens, entre as quais destacamos:

“As autoridades portuguesas estão apostadas em criar e contribuir para soluções que permitam dinamizar o tecido empresarial de PME, tendo como foco o financiamento, nomeadamente através do mercadode capitais”,in Diário Económico(DE)

“Peso da banca no financiamento é excessivo”, in DE

“Vítor Gaspar que empresas menos agarradas à banca”,  in Jornal de Negócios

“CMVM vai ter conselho consultivo para PME e mercado de capitais”, in Diário de Noticias

“Fórum de bolsa quer fazer compreender os mercados,in DE

“Conjuntura: Financiamento da economia é maior desafio de curto prazo do

país - Vítor Gaspar”, in Lusa

“Impostos: É urgente eliminar discriminação negativa da tributação de capitais próprios - Presidente CMVM”, in SIC Notícias Online

Luís Laginha: "Cortes nos ratings afectam investimentos na bolsa", in Dinheiro Vivo Online

“Presidente da bolsa quer retirar carga emocional aos mercados,in DE

 “Aumentar impostos nas transacções financeiras pode criar um problema maior” - Entrevista a Luís Laginha de Sousa, in DE.

“Campos e Cunha sugere aumentar horários e reduzir férias”, in TVI 24 Online

“Governo vai fundir num só entidades públicas de capital de risco”, in Correio da Manhã

 

Reportagem fotográfica - Dia 1

O ministro de Estado e das Finanças foi o primeiro orador do Fórum de Bolsa 2011 e deixou algumas mensagens. 

 

“A diversificação das fontes de financiamento dos agentes económicos portugueses é um caminho que devemos percorrer”, afirmou o ministro das Finanças, Vítor Gaspar.

 

O antigo ministro das Finanças Luís Campos e Cunha disse “em vez de se baixar a TSU, se devia aumentar o horário de trabalho ou reduzir o número de dias de férias e feriados de forma  temporária”.

 

O presidente da NYSE Euronext Lisbon, Luís Laginha de Sousa, afirmou que está a ser analisado um conjunto de soluções que podem contribuir para minimizar o problema de acesso ao financiamento.

 

Luis Campos e Cunha e Luis Laginha de Sousa estiveram disponíveis para responder às perguntas dos participantes no Fórum de Bolsa 2011.

 

Durante dos dois do Fórum, a sala das conferências e dos workshops estiveram sempre cheias. No total, o Fórum de Bolsa 2011 recebeu cerca de 1000 visitantes.

 

A zona de exposição foi bastante concorrida. Os visitantes tiveram oportunidade de colocar questões aos intermediários financeiros e a vários responsáveis da bolsa portuguesa.

 

O sino tocou às 16h30 para marcar o encerramento da sessão da bolsa portuguesa. Motivo: os intermediários financeiros presentes no Fórum de Bolsa 2011 decidiram apoiar o projecto Efeito D*, cotado na Bolsa de Valores Sociais (BVS). O investimento no projecto Efeito D, cotado na BVS, foi realizado através da oferta de vários vouchers aos visitantes do Fórum de Bolsa 2011. O BBVA, o BPI , a Caixa-BI, o Commerzbank e a Golden Broker e a Orey Financial apoiaram esta causa. 

Os participantes no Fórum também tiveram oportunidade de ouvir a opinião de responsáveis de empresas cotadas em Bolsa. Algumas questões foram colocadas. 

O financiamento das empresas esteve na ordem do dia. Neste sentido, Carlos Tavares anunciou que a Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) vai criar um conselho consultivo para as PME e mercado de capitais, com o objectivo de remover os factores de bloqueio ao financiamento. A CMVM quer envolver PME, intermediários financeiros, sociedades capital de risco, universidades, sociedades gestoras de fundos e empresas já cotadas. Carlos Tavares disse que o objectivo é “tentar fazer uma mudança cultural”.

Reportagem fotográfica - Dia 2 

No segundo dia de Fórum, economistas do Banco BPI, Banco Best e Millennium BCP falaram para uma plateia de mais de duas centenas de pessoas sobre “No rescaldo da crise financeira: a evolução económica e os mercados financeiros”. Este painel contou com a presença de Cristina Casalinho, Economista do BPI, Diogo Serras Lopes, Economista do Banco Best e Gonçalo Pascoal, Economista Millennium BCP. O moderador foi Daniel Deusdado, do Farol de Ideias.

Da parte da tarde foi a vez de se debater “Políticas de incentivo à poupança e ao investimento: o papel do mercado de capitais”. Daniel Bessa, Presidente da Cotec, Fernando Medina e Paulo Mota Pinto, deputados, tornam a conversa bastante animada, da qual resultaram algumas perguntas da audiência. Paulo Baldaia, director da TSF, moderou o debate.

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, encerrou o Fórum de Bolsa 2011 e afirmou que a fusão das entidades públicas de capital de risco deverá começar no início de 2012 com o plano a ser definido até ao final deste ano.

O Fórum de Bolsa 2011 encerrou às 21 horas de 8 e Outubro. Eis a foto dos sobreviventes aos dois dias de evento.